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8 de janeiro de 2015

Tainan Pantano se destaca na Suécia

por danielmariani

O jovem curitibano disputou o Rilton Elo e alcançou o vice-campeonato, sofrendo apenas uma derrota. Tainan nos contou um pouco sobre sua campanha no torneio e sua estada no país nórdico.

A participação no torneio, um dos mais tradicionais da Suécia, ocorreu após os organizadores vetarem um pedido de Tainan para jogar o no torneio principal, o Rilton Cup, que reúne vários GMs fortes da Europa. No evento secundário, porém, Tainam mostrou a que veio e conquistou excelente resultado, supreendendo os organizadores ao vencer 6 partidas e empatar 2 nas 9 rodadas. Tal resultado lhe rendeu a 2ª colocação e 72.4 pontos de rating.

“Bom, foi uma surpresa mesmo. Acho que em partes se deve por ter jogado com menos responsabilidade, justamente por causa do rating. Como todos meus adversários tinham rating maior (com exceção da primeira das nove rodadas), fica mais fácil experimentar novas ideias de aberturas e jogar com mais criatividade. Além disso, eu contei com a colaboração do Håkan Jalling, presidente do clube, e o seu filho do Tom Rydstrom (Suécia, 2200 alto) que fizeram com o que ambiente fosse bastante favorável durante a estadia. Além de muito skype com a Ana (minha namorada) e meus pais para aliviar o estresse de um torneio longo como foi o Rilton Elo.”

tainam

Pretas jogam e ganham

Este não foi o primeiro torneio de Tainan em solo europeu. Desde que chegou à Suécia, em virtude de sua participação no programa Ciência sem Fronteiras, Tainam já representou o clube de sua cidade (Växjö SK) em vários torneios – entre eles o forte Malmö Open, onde foi o 29º colocado.

“Na Suécia, a maior parte dos torneios abertos tem relógio digital em todas as mesas, inclusive nos torneios de rating menor, resultado de um investimento que os clubes daqui conseguem fazer.”

ulfo

Ulf Andersson, um dos maiores jogadores suecos de todos os tempos, analisa as partidas

Entre suas atividades no país escandinavo também está um torneio por equipes jogado ao longo do semestre, o chamado Allsvenskan, com 1 ou 2 partidas por mês.

“Veio a calhar que o Clube de Xadrez de Växjö é um dos mais ativos da Suécia e eles dão grande suporte aos jogadores, custeando viagens regionais, o que me motivou a voltar a jogar xadrez com mais frequência, coisa que não mais acontecia no Brasil.”

A equipe Xadrez do Brasil parabeniza o jovem enxadrista pelo brilhante desempenho no exterior e deseja sorte e sucesso nos estudos e nos tabuleiros!

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