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8 de dezembro de 2014

Bobby Fischer e o gambito do rei

por danielmariani

Em 1960, Bobby Fischer produziu um artigo em que demonstrava como bater o gambito do rei. Suas análises foram publicadas na American Chess Quarterly e deram nome à defesa Fischer.

A discussão em torno do gambito do rei é antiga. Favorita dos gênios da combinação no século XIX, na era moderna o romantismo do gambito do rei não é visto propriamente como uma virtude. O dogmático Tarrasch chegou a afirmar que 2.f4 seria um “erro decisivo” – o que não impediu que grandes jogadores o adotassem, inclusive campeões mundiais.

No torneio de Mar del Plata, em 1960, Fischer sofreu sua única derrota ao enfrentar o gambito do rei de Boris Spassky. O episódio o motivou a escrever um artigo, intitulado “A bust to the kings gambit”, em que o futuro campeão mundial trata de provar o que Tarrasch afirmara anos antes.

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Spassky e Fischer na disputa pelo mundial em 1972

Mais de 50 anos depois, a verdade é que o gambito do rei continua sendo muito popular nos clubes e eventualmente aparece nas mãos de ases como Hikaru Nakamura e até do campeão Magnus Carlsen, que o empregou para vencer Wang Yue em 2010.

Confira o artigo traduzido e tire suas próprias conclusões: Bobby Fischer – A bust to the kings gambit

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